Outra vez :(
Ela está doente. Nada de novo, os bebés adoecem. Mas no caso dela é a terceira vez que estamos a lidar com uma infecção urinária.
A primeira vez foi um choque, dado que Ela tinha só 6 meses e pensamos que seria apenas uma constipação. Nada mais errado, mas com medicação (antibióticos...), muita preocupação e algum medo, foi debelada.
E apesar de fazer medicação preventiva, a maldita voltou a aparecer 3 meses depois. A ai custou ainda mais. Primeiro porque teve de ficar internada 2 dias, a fazer antibiótico intravenoso. Depois, porque se confirmou que se tratava de uma situação morfológica do rim - que desaparece com o crescer de acordo com os médicos - e finalmente porque Ela era muito pequena para estar a incorrer nestas infecções novamente.
Mas passou.
Até que há 2 dias, Ela ficou muito queixoso e a pedir colo - algo muito diferente do feitio Dela - e com 39º de febre. Hospital e mais uma vez a maldita de volta.
Tudo isto deixa-nos com o coração nas mãos. Sim, não é uma situação de urgência ou perigo eminente. Mas é a nossa filha, e nem que seja uma febre deixa nos em sobressalto (sou pai galinha, admito!)
Tudo isto é mau. Mas as 5 horas no hospital...
Com 14 meses, ela já distingue o que é a sala de espera, com TV, brinquedos e outros meninos, do gabinete médico. Mal entrava no gabinete, choramingava, e apontava para a porta, como quem sabe que não vai correr bem. E depois todos os processos de tirar sangue, colocar catéter, algaliar para retirar urina...
A mim deixa-me com o coração pequenino. Muito apertado. Ao ponto de querer trocar de lugar com Ela. Lembro-me de quanto esteve internada, a carinha dela, o que lhe custava dormir na cama do hospital, o sacrifico que era andar com os tubos todos.
Nessas alturas penso no sofrimento dos pais que, infelizmente, vêm os seus filhos no hospital por doenças graves, e mais do que ser solidário com isso, penso na força e coragem deles e das crianças que passam por isso.
Sim, este post é um pouco triste, mas não há pai que não fique triste ao ver o seu filho doente.
A primeira vez foi um choque, dado que Ela tinha só 6 meses e pensamos que seria apenas uma constipação. Nada mais errado, mas com medicação (antibióticos...), muita preocupação e algum medo, foi debelada.
E apesar de fazer medicação preventiva, a maldita voltou a aparecer 3 meses depois. A ai custou ainda mais. Primeiro porque teve de ficar internada 2 dias, a fazer antibiótico intravenoso. Depois, porque se confirmou que se tratava de uma situação morfológica do rim - que desaparece com o crescer de acordo com os médicos - e finalmente porque Ela era muito pequena para estar a incorrer nestas infecções novamente.
Mas passou.
Até que há 2 dias, Ela ficou muito queixoso e a pedir colo - algo muito diferente do feitio Dela - e com 39º de febre. Hospital e mais uma vez a maldita de volta.
Tudo isto deixa-nos com o coração nas mãos. Sim, não é uma situação de urgência ou perigo eminente. Mas é a nossa filha, e nem que seja uma febre deixa nos em sobressalto (sou pai galinha, admito!)
Tudo isto é mau. Mas as 5 horas no hospital...
Com 14 meses, ela já distingue o que é a sala de espera, com TV, brinquedos e outros meninos, do gabinete médico. Mal entrava no gabinete, choramingava, e apontava para a porta, como quem sabe que não vai correr bem. E depois todos os processos de tirar sangue, colocar catéter, algaliar para retirar urina...
A mim deixa-me com o coração pequenino. Muito apertado. Ao ponto de querer trocar de lugar com Ela. Lembro-me de quanto esteve internada, a carinha dela, o que lhe custava dormir na cama do hospital, o sacrifico que era andar com os tubos todos.
Nessas alturas penso no sofrimento dos pais que, infelizmente, vêm os seus filhos no hospital por doenças graves, e mais do que ser solidário com isso, penso na força e coragem deles e das crianças que passam por isso.
Sim, este post é um pouco triste, mas não há pai que não fique triste ao ver o seu filho doente.
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